Os interessados em participar como Agente Tecnológico nas Eleições têm até o dia 22 de agosto para se inscrever. Para participar é necessário possuir conhecimentos sólidos como usuários da plataforma Windows XP.Convênio firmado entre a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) recruta, seleciona, treina e avalia universitários, dentre as diversas áreas de ensino, para atuarem no programa Harpia como Agente Tecnológico. Os interessados devem possuir conhecimentos sólidos como usuários da plataforma Windows XP para atuarem nos Pontos de Transmissão de Dados da Capital.As inscrições dos acadêmicos podem ser feitas até o dia 22 de agosto no site do programa na página do Tribunal Regional Eleitoral. A oportunidade é destinada apenas para alunos regularmente matriculados em Manaus. O acadêmico deve comprovar ter cursado e sido aprovado em disciplina básica de informática (ICC; IPD). A contrapartida de participação no projeto é o recebimento de bolsa de estudo e emissão de declaração de atividades complementares de até 60 horas.O programa Harpia foi iniciado em 2002 com o objetivo de integrar, por meio de um sistema de informação gerencial, todas as estratégias utilizadas pela Justiça Federal do Amazonas necessárias a reduzir o tempo de totalização dos votos.Para mais informações, acesse o site do Programa Harpia: http://webapps.tre-am.jus.br/harpianet/ Para se inscrever: http://webapps.tre-am.jus.br/harpianet/apresenta-cargo.jsp? id=15
Informações coletadas na Estação Meteorológica da EST/UEA e demais atividades do laboratório
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quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Inscrições abertas para acadêmicos da UEA interessados em serem agentes tecnológicos do programa Harpia
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Curso de Meteorologia participa do primeiro Dia Acadêmico na EST
O Curso de Meteorologia irá participar do primeiro Dia Acadêmico da EST, com a apresentação de duas palestras:
Introdução a Interpretação de Imagens de Satélites
Horário: 14-15h
Palestrante: Dra. Jaidete Monteiro de Souza
Resumo: A técnica de sensoriamento remoto tem sido bastante utilizado nas últimas décadas em diversas áreas de aplicações, seja em monitoramento de segurança pública, planejamento ambiental, combate ao desmatamento irregular, para fins meteorológicos, entre outros. São diversos os satélites que estão a bordo de plataformas espaciais, apresentando diferentes resolução temporal e espacial, que permite ao usuário obter diversos produtos, com diferentes graus de detalhamento. No entanto o uso destas informações e desta técnica requer conhecimentos básicos e manipulação dos dados, seja de maneira simples, como a combinação de cores RGB (vermelho, verde e azul) que permite destacar diferentes alvos, ou aplicações mais especificas. Em resumo, esta palestra irá introduzir conceitos iniciais da interpretação de imagens de satélite, como o objetivo de identificar diferentes alvos na superfície e na atmosfera, com enfoque maior em aplicações para a Meteorologia.
Instrumentação Meteorológica para Observação do Tempo
Horário: 15-16h , Sala C29.
Palestrante: Dra. Maria Betânia Leal de Oliveira
Resumo: O monitoramento das variáveis meteorológicas como temperatura do ar, umidade relativa, pressão atmosférica, precipitação, velocidade e direção do vento em um determinado local é imprescindível para a realização dos mais variados estudos que envolvem tempo e clima. Para tanto, se faz necessário o uso de diferentes equipamentos que são instalados seguindo normas estabelecidas pela Organização Meteorológica Mundial e programados para registrarem continuamente as condições atmosféricas.
Contamos com sua presença.
Waikiru empresa Jr. promove primeiro Dia Acadêmico na EST
A empresa júnior Waikiru Jr da Escola Superior de Tecnologia (EST) realiza, no próximo sábado (7), das 14h às 17h, o 1º Dia Acadêmico. A ação visa tornar as práticas acadêmicas mais frequentes entre a Universidade e a Waikiru Jr, empresa júnior da EST.
O evento conta com palestras e mini cursos sobre todas as Engenharias e Meteorologia. Ao todo, 30 vagas são disponibilizadas. A inscrição tem a taxa de R$ 10 e pode ser feita na Escola Superior de Tecnologia (EST) na sala da Waikiru Jr. localizada na Av. Darcy Vargas, nº 1200, bairro Parque 10 de Novembro.
Empresa Jr.
Uma Empresa Júnior é uma associação sem fins lucrativos constituída pela união de alunos matriculados em cursos de graduação em instituições de Ensino Superior, organizados em uma associação civil com o intuito de realizar projetos e serviços que contribuam para o desenvolvimento do país e de formar profissionais capacitados e comprometidos com esse objetivo.
FONTE: www.uea.edu.br
O evento conta com palestras e mini cursos sobre todas as Engenharias e Meteorologia. Ao todo, 30 vagas são disponibilizadas. A inscrição tem a taxa de R$ 10 e pode ser feita na Escola Superior de Tecnologia (EST) na sala da Waikiru Jr. localizada na Av. Darcy Vargas, nº 1200, bairro Parque 10 de Novembro.
Empresa Jr.
Uma Empresa Júnior é uma associação sem fins lucrativos constituída pela união de alunos matriculados em cursos de graduação em instituições de Ensino Superior, organizados em uma associação civil com o intuito de realizar projetos e serviços que contribuam para o desenvolvimento do país e de formar profissionais capacitados e comprometidos com esse objetivo.
FONTE: www.uea.edu.br
segunda-feira, 10 de junho de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Meteorologia é popularizada no Amazonas
Com a proposta de explicar de uma maneira simples ao público em geral sobre os fenômenos climáticos que ocorrem não só na região amazônica como em outras partes do planeta, o curso de Meteorologia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) vai distribuir 12 mil cartilhas, durante a Semana de Ciências da universidade, em setembro deste ano.
O material é resultado do projeto ‘Meteorologia para a Sociedade’, elaborado pelo curso, e que foi um dos 21 beneficiados pelo Edital 018/2012, do Programa de Apoio à Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (POP CT&I), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), com um investimento no valor de R$ 31,8 mil.
“Há tempos tínhamos a ideia de produzir um material para difundir o curso e a Meteorologia no Amazonas, mas faltavam os recursos, com o edital vimos a oportunidade e decidimos inscrever o projeto”, revelou a coordenadora do curso de Meteorologia, da UEA, e doutora em Meteorologia, Jaidete Monteiro de Souza.
Do total de cartilhas, uma parte irá abordar fenômenos climáticos que ocorrem no Amazonas, como El Niño, La Niña, chuvas, e mesmo fora do Brasil – como os tornados, por exemplo. A outra parte trará informações sobre instrumentação técnica, no caso os materiais e equipamentos utilizados pelos profissionais da área.
“Em uma região como a Amazônia, onde os fenômenos climáticos apresentam mudanças constantes, a sociedade deve ser informada sobre estas ocorrências, com uma linguagem voltada para leigos”, observou Souza.
O projeto também conta com a participação de outros três professores doutores do curso da UEA, Maria Betânia Leal de Oliveira, José Augusto Paixão Veiga e Rosa Maria Nascimento dos Santos.
Além de Manaus, conforme Monteiro, há a proposta de levar o projeto aos municípios de Iranduba, a 27 quilômetros de Manaus, e Presidente Figueiredo, a 117 quilômetros da capital. Para envolver futuros meteorologistas, também haverá a apresentação de palestras nas escolas de Nível Médio, apresentação de experimentos desenvolvidos por alunos de Meteorologia da UEA, e também a distribuição de folders sobre as atividades do curso.
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Sintia Maciel – Agência Fapeam
FONTE: www.fapeam.am.gov.br
terça-feira, 26 de março de 2013
Estudo aponta existência de Ilhas de Calor Urbanas em Manaus
Pesquisa revelou Zonas Centro-Sul e Sul como as mais afetadas. Alterações no planejamento urbano colaboram para resultado.
As alterações sofridas tanto na ocupação populacional quanto no planejamento urbano da cidade de Manaus representaram também mudanças na estrutura atmosférica da capital. Um desses efeitos, em especial, chamou a atenção de dois pesquisadores da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Doutores em Meteorologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), os professores Francis Wagner Correa e Rodrigo Souza realizaram um estudo sobre a Ilha de Calor Urbana (ICU), fenômeno decorrente de oscilações climáticas.
Um dos autores do relatório, o professor Francis Wagner recebeu o G1 na Escola Superior de Tecnologia da UEA (EST-UEA), sede do laboratório de modelagem atmosférica onde as pesquisas acerca das Ilhas de Calor são realizadas. De acordo com Wagner, o projeto nasceu a partir de uma demanda da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) para avaliar este fenômeno. No total, foram dois anos de duração. “A ilha de calor representa a diferença de temperatura entre a área rural e a urbana. A nossa meta é fornecer subsídios para a formação do plano-diretor de arborização e zoneamento ecológico de Manaus e medidas para controlar o calor da cidade”, apontou.
concluir estudo (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
No estudo, os dois pesquisadores se dividiram e cada um trabalhou com uma das vertentes do projeto – enquanto Wagner cuidou da modelagem numérica, Rodrigo Souza trabalhou com a parte observacional. O que são essas duas abordagens? O especialista explica. “O professor Rodrigo utilizou informações de temperatura da superfície estimadas por meio de satélite ambiental, usando resolução de 1 km e 5 km. Esse método também contou com medidas de estações meteorológicas dentro e fora da área urbana”, destacou. “Já eu aproveitei um modelo numérico denominado Brams (sigla que significa Brazilian Regional Atmospheric Model System) que consegue simular o clima nas escalas local, regional e global. Para isso, colocamos no modelo alguns cenários de vegetação. Assim é possível concluir os impactos no clima”, acrescentou Wagner.
Segundo o pesquisador, o modelo numérico equivale a um conjunto de equações matemáticas que representam as leis físicas da atmosfera ou o clima de uma região. Por ter um pacote numérico pesado, a simulação só pode ser feita no laboratório de modelagem da UEA, por meio do Sistema de Processamento de Alto Desempenho da Universidade (também conhecido como Cluster). Atualmente, o espaço possui 120 processadores fazendo esse trabalho.
Zona Centro-Sul tem mais incidência de ICU
Os professores tiveram acesso a toda a área metropolitana de Manaus, por meio de satélite. Com os dados do Sistema de Processamento e as imagens da cidade, foi comprovado que em Manaus existe o fenômeno de Ilha de Calor Urbana (ICU), sobretudo na estação seca (meses de julho, agosto e setembro), afirmou Francis Wagner.
Os professores tiveram acesso a toda a área metropolitana de Manaus, por meio de satélite. Com os dados do Sistema de Processamento e as imagens da cidade, foi comprovado que em Manaus existe o fenômeno de Ilha de Calor Urbana (ICU), sobretudo na estação seca (meses de julho, agosto e setembro), afirmou Francis Wagner.
A pesquisa, que teve como base o período entre 2002 e 2012, revelou que os picos de temperatura são mais notáveis na Zona Centro-Sul e Sul de Manaus, em bairros como Aleixo e Petrópolis. Outras áreas da cidade com proeminência das Ilhas de Calor são a Cidade Nova, Tancredo Neves, Zumbi e Japiim.
Processamento da UEA (Foto: Tiago Melo/G1 AM)
Por meio de uma avaliação da média dos três primeiros anos (2002, 2003 e 2004) em relação aos três últimos (2010, 2011 e 2012), Wagner e Souza comprovaram que o aquecimento nesses locais deve aumentar ainda mais no futuro. Um dos principais fatores para o aparecimento desse fenômeno, como apurou o pesquisador, é o excesso de calor armazenado na área urbana em relação à zona rural. “Esse aumento vem das emissões dos veículos, da poluição das indústrias e da atmosfera como um todo. As ilhas também surgem a partir da diminuição da cobertura vegetal, que leva a uma redução na ‘evapotranspiração’. Isso faz com que acumule mais energia. Outro fator importante é a natureza de materiais impermeáveis, como concreto, asfalto e pavimentos, na área urbana”, enumerou.
Além das áreas com mais intensidade de Ilhas de Calor, também foi constatado o horário com temperaturas mais altas. “São dois picos. O primeiro, das 7h, acontece porque todos os carros saem de casa e liberam uma grande quantidade de poluentes na atmosfera. O segundo é às 20h e é explicado pelo aquecimento do asfalto após o pôr do sol. Esse calor fica preso na atmosfera e se dissipa lentamente durante a madrugada. Em termos médios, pode-se dizer que a ICU é mais intensa à noite”, avaliou.
Nova etapa ainda este semestre
De acordo com Wagner, o projeto terá uma nova etapa, com início este ano e conclusão em 2014. Na etapa observacional, o planejamento é de instalar de monitorar uma rede automatizada com pelo menos 20 estações meteorológicas na área urbana de Manaus. O modelo numérico permitirá a visualização de cenários futuros, com o aumento da quantidade de CO2. “Estamos em fase de formatação do texto. Já temos sinal verde para dar início”, encerrou.
De acordo com Wagner, o projeto terá uma nova etapa, com início este ano e conclusão em 2014. Na etapa observacional, o planejamento é de instalar de monitorar uma rede automatizada com pelo menos 20 estações meteorológicas na área urbana de Manaus. O modelo numérico permitirá a visualização de cenários futuros, com o aumento da quantidade de CO2. “Estamos em fase de formatação do texto. Já temos sinal verde para dar início”, encerrou.
Para o diretor de arborização da Semmas, Heitor Liberato, o diagnóstico dos pesquisadores da UEA está diretamente ligado à perda da massa arbórea nesses espaços com Ilhas de Calor. “É um levantamento fundamental para a gestão ambiental do município, já que temos como prioridade a implantação de projetos de arborização urbana. Queremos, inclusive, apresentar esse relatório para as demais secretarias da prefeitura”, disse.
FONTE: http://g1.globo.com
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Adeus aos colegas de Santa Maria
Mariana Macedo, de São Gabriel, estava no quarto semestre do curso de Meteorologia da Universidade Federal de Santa Maria. Seu professor ainda no começo do curso, Ernani Nascimento, a descreve como uma aluna alegre. “Estava sempre sorridente, por onde passava”. Natural do município de São Gabriel, Mariana tinha apenas 19 anos. Recentemente, a meteorologista da UFSM tinha participado do Projeto Chuva, iniciativa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais que no final do ano esteve no Rio Grande do Sul. Interessada por Agrometeorologia, Mariana Macedo participou da montagem das rádiosondagens. Os colegas resumem a amiga como uma pessoa meiga e afável.
Lincon Turcato Carabagiale era natural de Ijuí. Há só duas semanas havia concluído o estágio no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em cachoeira Paulista, São Paulo. O chefe da Meteorologia do INPE recorda que Lincon, que aguardava sua formatura e já tinha sido aprovado para o Mestrado na UFSM e na USP, comparecia ao estágio no Cptec fardado da sua paixão: o Grêmio. “Brinquei com ele sobre nossas afinidades de cores, afinal sou Racing”, recorda o meteorologista argentino Gustavo Escobar do INPE. Amigos contam que Lincon costumava rir muito ao falar das suas viagens de férias em que, segundo o meteorologista da UFSM, tudo dava errado. O carro estragava, carona em caminhões, ou quando o imprevisto era apenas se perder.
Lincon e Mariana eram, ademais, namorados. Partiram juntos ! Como sempre estavam. Sonhavam em prever as nuvens. Olhavam para o céu. Estudavam as nuvens. Conheciam e decifravam seus segredos. Hoje, podem tocá-las com a alma !!
FONTE: http://www.metsul.com
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Informes - RU EST
Informamos aos alunos da Escola Superior de Tecnologia que o Restaurante Universitário da EST/UEA estará funcionando normalmente neste período de férias.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Novo boletim diário para 2013
O Laboratório de Instrumentação Meteorológica da EST informa a todos os seguidores deste blog que o boletim diário gerado com os dados coletados na Estação Meteorológica da EST/UEA teve sua forma alterada. O novo formato contém informações de total diário de chuva, temperatura máxima e mínima, índice de calor máximo, intensidade máxima do vento e um símbolo no canto superior direito indicando a ocorrência ou não de chuva, dispostos conforme indicado na figura abaixo. Este modelo será adotado para as informações coletadas desde o dia 01 de janeiro de 2013.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Defesa de TCC - Waléria
Convidamos todos os alunos, professores e interessados para assistirem a defesa de Trabalho de Conclusão de Curso da aluna Waléria Souza Figueira.
Título: "Previsibilidade e representação da convecção úmida"
Data: 13/DEZ/2012 (quinta-feira)
Horário: 19:00 Hs
Local: sala C24 da Escola Superior de Tecnologia.
Resumo:
A convecção úmida profunda é um fenômeno que ocorre especialmente sobre as regiões tropicais. Assim, a Bacia Amazônica tem-se mostrado uma região particularmente desafiadora para teste de parametrizações convectivas, uma vez que experimenta uma ampla gama de regimes convectivos e interações complexas entre a superfície e a atmosfera. Diante do desafio e da evolução que os modelos numéricos tenham sido melhorados nos últimos anos, as simulações ainda trazem incertezas,incerteza esta atribuída a vários fatores, alguns alheios aos processos físicos e dinâmicos descritos nos modelos. Diante disto, estudos de analise de desempenho e sensibilidade dos modelos são de suma importância para que parametrizações, como a da convecção profunda (precipitante) e rasa (não precipitante) sejam mais bem compreendidas. Assim, o presente trabalho tem como objetivo geral realizar uma analise sensibilidade do modelo Weather Research and Forecasting (WRF) na simulação do evento de convecção profunda, ocorrido na noite do dia 30 de outubro de 2012, na região metropolitana de Manaus. Para realização deste estudo, utilizou-se o modelo de mesoescala de área limitada WRF, como condições iniciais e de contorno fornecidos pelo modelo global GFS do NCEP com resolução espacial de 0.5 x 0.5 (50.5 km) e
resolução temporal de 3 horas. As simulações foram inicializadas as 12 horas do dia 30 de outubro, centrados em Manaus, com integração de 48 horas. Realizou-se três experimentos, parametrização de convecção Kain-Fritsch (EXP_KF), Kain-Fritsch (EXP_KF*) ajustado e por ultimo convecção resolvida explicitamente (EXP_NC). Os resultados mostram que ao longo da evolução da simulação, observa-se o desenvolvimento do sistema convectivo profundo, mas com defasagem. Os melhores foram obtidos, com com a parametrização Kain-Fritsch tendo sua função de disparo ajustada. O experimento com convecção explicita obteve bom resultado, mas com impacto nas variáveis a superfície. Conclui-se que ainda se faz necessário experimentos (observacional e de modelagem) tendo como objetivo o melhor entendimento dos processos convectivos, principalmente quanto sua estrutura vertical.
Parabéns Liviany
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Aprovação em concurso
Parabenizamos aos ex-alunos do Curso de Graduação em Meteorologia da UEA/EST: André Ferreira Aranha, Aline Correa de Souza, Larissa Passos da Silva e Robson Azevedo de Oliveira; pela classificação no Concurso Público do CENSIPAM/2012.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Solicitação para seguidores do Blog
Prezados Seguidores deste Blog,
Sempre ao final de cada ano buscamos renovar nossos boletins com a inclusão de novas informações e/ou produtos, ou até mesmo retirada de informações consideradas desnecessárias. Por isso, solicitamos sugestões que possam nos ajudar a melhorar nossos serviços. Informamos ainda que caso alguém tenha interesse em divulgar cursos, eventos e até mesmo fotos obtidas em condições de tempo adversas, por favor entrar em contato conosco através do e-mail labinstruest@gmail.com.
Atenciosamente,
Maria Betânia
Sempre ao final de cada ano buscamos renovar nossos boletins com a inclusão de novas informações e/ou produtos, ou até mesmo retirada de informações consideradas desnecessárias. Por isso, solicitamos sugestões que possam nos ajudar a melhorar nossos serviços. Informamos ainda que caso alguém tenha interesse em divulgar cursos, eventos e até mesmo fotos obtidas em condições de tempo adversas, por favor entrar em contato conosco através do e-mail labinstruest@gmail.com.
Atenciosamente,
Maria Betânia
Oportunidade para o SIMEPAR
O SIMEPAR está oferecendo 3 bolsas de pesquisa, para início imediato.
Valor da Bolsa: R$ 2.500,00 (com título de mestrado, e valor superior com título de doutorado).
Período: 24 meses
Interessados, entrar em contato por email (beneti@simepar.br), enviando link Currículo
Lattes ou PDF do CV atualizado.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Defesa de TCC - Patrícia Costa
Convidamos todos os alunos, professores e interessados para assistirem a defesa de Trabalho de Conclusão de Curso da aluna Patrícia Costa.
Título: "Monitoramento do metano sobre reservatórios de hidrelétricas da bacia amazônica a partir de informações do satélite AQUA"
Data: 30/NOV/2012 (sexta-feira)
Horário: 20:00 Hs
Local: sala D05 da Escola Superior de Tecnologia.
Resumo: Estudos têm mostrado que as barragens de usinas hidrelétricas resultam em emissões de gases de efeito estufa (GEE’s) quando construídas em áreas florestadas nos trópicos. Tais emissões incluem o gás metano lançado na atmosfera em grande quantidade devido às alterações do nível de água, inundando e expondo grandes áreas de terra ao redor da margem. Atualmente, importantes instrumentos para estudar a concentração de GEE’s na atmosfera, principalmente sobre regiões de difícil acesso, são sondadores a bordo de satélites ambientais. Dentro desse contexto, este trabalho tem como objetivo estudar a variabilidade do metano na atmosfera sobre os reservatórios de Balbina, Tucuruí e Samuel, baseando-se em oito anos de dados (2003-2010) do sistema de sondagem do satélite ambiental AQUA. Além disso, faz-se também um estudo complementar sobre as variabilidades de precipitação e nível do reservatório (quando disponível). A metodologia utilizada se baseou em métodos matemáticos e estatísticos que incluem médias espaciais e móveis, anomalias, variância e a técnica de transformada de ondaleta. Os resultados mostraram que existe uma sazonalidade bem definida da concentração média de metano e que a variabilidade da anomalia de metano (em 200 mb) sobre os reservatórios é similar ao longo dos anos, exceto para o nível de 300 mb. Nos estudos de caso, os anos de 2008/2009 se destacaram por comportar dois eventos extremos (cheia e seca) que trouxeram impactos nos âmbitos econômicos, sociais e ambientais. Houve concordância entre as anomalias de precipitação e de cota do reservatório, com predominância de anomalia negativa nos primeiros anos da série e uma inversão deste sinal em 2007, persistindo durante o ano de 2008. A aplicação da técnica da transformada de ondaleta mostrou que o espectro de potência global apresenta picos dominantes na escala de tempo anual (0,7 a 1,2 anos), no entanto, pode-se notar nos períodos de 2005 a 2006 e 2008 a 2010 máximos valores do espectro de potência da ondaleta nessa escala de tempo. Os resultados deste estudo revelaram que as observações feitas pelo AQUA indicam que existe uma relação entre as condições climáticas, nível do reservatório e concentração de metano na atmosfera.
Apresentação PAIC 2012/2013
Informamos que a apresentação oral dos projetos
PAIC/PIBIC/2012/2013 da Escola Superior de Tecnologia, será nos dias 13 e 14 de
dezembro.
FONTE: Coordenação de Iniciação Científica UEA/EST
Defesa de TCC - Adriane Brito
Convidamos todos os alunos, professores e interessados para assistirem a defesa de Trabalho de Conclusão de Curso da aluna Adriane Lima Brito:
Título: "Um estudo sobre a intensidade e frequência dos eventos extremos de chuva na Amazônia"
Data: 29/NOV/2012 (quinta-feira)
Horário: 20:00 Hs
Local: sala D05 da Escola Superior de Tecnologia.
Resumo: Um dos objetivos principais do IPCC é saber se os eventos extremos se tornarão mais frequentes e intensos em um planeta mais quente devido às mudanças climáticas. Logo, é importante saber a frequência e a intensidade com que fenômenos meteorológicos vêm ocorrendo nos últimos anos. Como já foi descrito as mudanças nos eventos extremos, como por exemplo, a frequência de chuvas intensas e consequentemente de enchentes, podem ter graves consequências econômicas e sociais, assim como ecossistemas naturais também podem ser afetados por essas mudanças. Nesse contexto o presente trabalho propõe uma metodologia para a identificação e classificação de eventos extremos de chuva baseada na intensidade da precipitação. A partir desta é possível classificar e determinar a frequência dos eventos extremos de chuva em função da intensidade da precipitação. Baseado em 14 anos de dados do total acumulado de chuva diário para o trimestre de DJF, foi possível definir três classes distintas de eventos extremos: Eventos Extremos Tipo I, Eventos Extremos Tipo II e Eventos Extremos Tipo III. Ademais, os resultados mostram que apesar de existir uma variação espacial distinta para cada tipo de evento extremo de chuva, todos os três tipos apresentam máximos de chuva em quatro regiões preferenciais: oeste e sudeste do Estado do Amazonas e nordeste dos Estados do Pará e Amapá. Os resultados revelam que a frequência de um determinado tipo de evento é inversamente proporcional à sua intensidade média de chuva. Por exemplo, o evento extremo tipo I que apresentou uma frequência aproximadamente de 80 casos, produziu em média 50 mm de chuva, enquanto que o evento extremo de maior intensidade, Evento Extremo Tipo-III, produziu em média 100 mm de chuva em 20 casos observados no período. A contribuição de cada tipo de evento extremo para com a precipitação total é diferente, de forma que, a contribuição dos Eventos Extremos Tipo I e Eventos Extremos Tipo II na chuva total não apresentam distribuição espacial bem definina, diferentemente da contribuição dos Eventos Extremos Tipo III. Os valores integrados dos totais de chuva, da frequência e da contribuição na chuva total de cada tipo de evento extremo que ocorreu na Bacia Amazônica, possuem variabilidade temporal bastante parecida entre si. De forma que, quanto maior for o total de chuva produzido pelos eventos, maior será a sua contribuição na chuva total e maior é a sua frequência. Ao observamos o comportamento dos Eventos Extremos de Chuva em cada quadrante da Bacia, nota-se que isso só se aplica aos totais de chuva e à frequência dos Evento Extremo de Chuva. Dessa forma, os Eventos Extremos de Chuva têm um maior número de casos e produzem maior quantidade de chuvas no Quadrante 3.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Novos Boletins Gerados no LabInstru
Informamos aos seguidores deste blog que três novos boletins estão sendo gerados mensalmente no Laboratório de Instrumentação Meteorológica da EST com o apoio dos alunos de Iniciação Científica que desenvolvem atividades neste laboratório: Nikolai Espinoza, Priscila Pereira e Rafael Barbosa. Um dos boletins apresenta informações sobre os eventos de precipitação registrados na Estação Meteorológica da EST, tais como número de eventos, horário de ocorrência e intensidade. O segundo refere-se aos registros de precipitação realizados através dos pluviômetros de PVC que se encontram instalados em diferentes bairros da cidade, permitindo uma análise espacial da precipitação em Manaus. Por último, temos o boletim com a precipitação registrada em 27 estações localizadas na Bacia Amazônica.
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